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Ibovespa Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta quarta



Ibovespa hoje

Confira as últimas dos mercados

update 8h42

Corrida global de IA ajuda ASML a superar pedidos, mas perspectiva para China enfraquece

A ASML, o maior fornecedor mundial de equipamentos de fabricação de chips, repetiu nesta quarta-feira que espera se beneficiar dos investimentos crescentes em IA, mas alertou que espera uma queda significativa na demanda da China no próximo ano. Analistas disseram que a previsão moderada, que indicou que as vendas serão estáveis ou melhores em 2026, pode ser atualizada em janeiro. As reservas líquidas, o número mais observado no setor que representa o valor total dos pedidos, foram de 5,40 bilhões de euros no terceiro trimestre de 2025, em comparação com a estimativa dos analistas de 5,36 bilhões de euros, de acordo com a plataforma de dados financeiros Visible Alpha. Os resultados vieram após uma série de acordos entre empresas de IA e fabricantes de chips em setembro e outubro, o que significará mais demanda por chips, que representam cerca de metade do custo dos data centers. A empresa registrou lucro líquido de 2,12 bilhões de euros no terceiro trimestre, em linha com os 2,11 bilhões de euros esperados pelos analistas, de acordo com dados do LSEG IBES. update 8h40

O favorito de Lula para ocupar a vaga de Barroso, que anunciou aposentadoria antecipada, é o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias.

update 8h39

Motta trava PL da Dosimetria após Senado sinalizar ser contra redução de penas

Líderes temem que texto seja aprovado pela Câmara e senadores decidam engavetar.

update 8h37

Vivo (VIVT3), dona da Vivo, anuncia R$ 250 mi em proventos; veja quem tem direito

O pagamento será realizado até 30 de abril de 2026.

update 8h32

Chefe do FMI diz que ausência de retaliação contra tarifas de Trump está ajudando crescimento global

A decisão da maioria dos países de não retaliar as tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está entre os principais fatores que reforçam a resistência da economia global, disse a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, nesta terça-feira. “O mundo, até agora, e não posso enfatizar o suficiente, até agora, optou por não retaliar e continuar a comercializar praticamente com as regras que existiam”, disse Georgieva durante um evento nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial em Washington, observando que isso evitou uma escalada tarifária debilitante. Mais cedo nesta terça-feira, o Fundo elevou sua previsão de crescimento do PIB global em 2025 em sua Perspectiva Econômica Global para 3,2%, de uma previsão de 3,0% em julho, mas alertou que uma nova guerra comercial entre os EUA e a China, ameaçada por Trump, poderia desacelerar significativamente a produção. Georgieva disse no evento do Comitê de Bretton Woods que também apoia o crescimento global o fato de a taxa tarifária efetiva dos EUA ter diminuído em relação às estimativas anteriores. Depois de calcular que as tarifas de Trump anunciadas em abril seriam em média de 23%, a taxa foi reduzida pelos acordos comerciais dos EUA com a União Europeia, o Japão e outros parceiros importantes para cerca de 17,5%, disse ela.

update 8h31

Hapvida (HAPV3) aprova programa de recompra de até 20 milhões de ações

O prazo será de 18 meses.

update 8h30

CME/FedWatch: projeção de queda dos juros nos EUA para 29/10 está em 97%

29/10 10/12
4,25%-4,00% 2,2% 0,1%
4,00%-3,75% 97,8% 6,9%
3,75%-3,50% 93%
3,50%-3,25%

 

update 8h29

As pressões deflacionárias persistiram na China, com os preços ao consumidor e ao produtor caindo em setembro, o que reforça a necessidade de mais medida uma vez que a retração prolongada do mercado imobiliário e as tensões comerciais pesam sobre a confiança. Embora o crescimento das exportações da China tenha se recuperado em setembro, as novas medidas comerciais e as ameaças de Pequim e Washington reacenderam as preocupações com o emprego e com o aumento da deflação. Até o momento, as autoridades têm evitado lançar grandes estímulos, com receio de criar uma bolha no mercado de ações que poderia terminar em uma repetição do crash de 2015. Os preços ao produtor caíram 2,3% em setembro em relação ao ano anterior, contra queda de 2,9% em agosto, mostraram os dados do Escritório Nacional de Estatísticas nesta quarta-feira. O declínio foi o menor em sete meses, ajudado pelos esforços do governo para conter a concorrência de preços, e ficou em linha com expectativa da Reuters.

update 8h26

B3 (B3SA3) registra queda de 0,4% no volume negociado em setembro

O volume médio diário de derivativos caiu 12,6%, para R$ 9,251 bilhões.

update 8h22

Kremlin rejeita afirmação de Trump de que Brics tem dólar como alvo

O Kremlin disse nesta quarta-feira que o grupo Brics nunca teve como alvo países terceiros ou suas moedas, rejeitando a afirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, de que o bloco foi projetado para minar o dólar. Na terça-feira, Trump descreveu o Brics como “um ataque ao dólar” e falou da ameaça de impor tarifas sobre seus membros. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse aos repórteres que o Brics é um agrupamento de nações unidas por uma visão compartilhada de cooperação e prosperidade. (Reuters)

update 8h17

Economista americano Paul Romer, Nobel de Economia em 2018, afirmou ao InfoMoney que recessão é esperada e que Brasil deve se preparar.

update 8h17

Ausência de dados dos EUA reverbera globalmente

A interrupção do fluxo de dados oficiais devido à paralisação do governo dos Estados Unidos pode começar a afetar a visão das autoridades no Japão e em outros países, onde a percepção sobre a maior economia do mundo orienta a perspectiva de suas próprias moedas, desempenho comercial e inflação. O que acontece nos Estados Unidos, em outras palavras, não fica nos Estados Unidos, e as autoridades globais dizem que ficar sem dados por causa da paralisação pode complicar ao longo do tempo sua própria política monetária e aumentar o risco de um erro em um momento em que os países já estão se ajustando à tentativa do governo Trump de remodelar o comércio global. “É um problema sério. Esperamos que isso seja resolvido em breve”, disse o presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, em uma coletiva de imprensa em 3 de outubro, ao discutir os obstáculos que o banco central enfrenta para decidir quando retomar os aumentos da taxa de juros.

update 8h15

BC da China promete aumentar apoio financeiro ao consumo

O banco central da China orientará as instituições financeiras a inovar em produtos e serviços financeiros para sustentar o consumo, disse uma autoridade segundo uma publicação apoiada pelo banco. O Banco do Povo da China aumentará o apoio a empréstimos para empresas do setor de consumo e intensificará o apoio financeiro para a expansão do consumo, disse o funcionário do banco central na entrevista ao Financial News.

update 8h11

Barris de petróleo operam mistos e minério de ferro recua

Os preços do petróleo operam perto da estabilidade após recuarem para a mínima de cinco meses na terça-feira, devido às expectativas de excesso de oferta e ao aumento das tensões comerciais entre EUA e China. A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que o mercado global de petróleo terá um excesso de oferta de quase 4 milhões de barris por dia no próximo ano, um aumento de quase um quinto em relação à previsão anterior. Os investidores também se preparam para novas retaliações entre as duas maiores economias do mundo, já que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que poderia interromper o comércio de óleo de cozinha com a China. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, impactados por temores com a perspectiva de demanda decorrentes do agravamento da disputa comercial entre Pequim e EUA e do aumento dos estoques de aço na China.

  • Petróleo WTI, +0,03%, a US$ 58,75 o barril
  • Petróleo Brent, -0,06%, a US$ 62,35 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -1,46%, a 776,50 iuanes (US$ 108,77)

update 8h08

Bolsas da Europa sobem na maioria

As ações europeias sobem com marcas de luxo impulsionando os ganhos, à medida que os mercados da região se recuperaram após atingirem uma mínima de duas semanas na sessão anterior. Os investidores também estarão atentos às notícias das reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial em Washington.

  • STOXX 600: +0,61%
  • DAX (Alemanha): +0,13%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,58%
  • CAC 40 (França): +2,37%
  • FTSE MIB (Itália): +0,35%

update 8h04

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com alta, na contramão das quedas de Wall Street depois que EUA e China trocaram golpes em uma nova disputa comercial. O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou na terça-feira a China por não comprar soja, chamando-a de “um ato economicamente hostil”. Ele também ameaçou “retribuição”, como um embargo ao óleo de cozinha. Os preços ao consumidor na China recuaram além do esperado em setembro, enquanto a deflação nos preços ao produtor continuou, evidenciando os efeitos da demanda interna enfraquecida e das tensões comerciais sobre a confiança de consumidores e empresas.

  • Shanghai SE (China), +1,22%
  • Nikkei (Japão): +1,76%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +1,84%
  • Nifty 50 (Índia): +0,81%
  • ASX 200 (Austrália): +1,03%

update 8h02

EUA: índices futuros avançam

Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quarta-feira (15), à medida que os fortes lucros e o otimismo com os cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed) reacenderam o apetite ao risco. Os comentários do presidente do Fed, Jerome Powell, na véspera, sobre o mercado de trabalho reforçaram as apostas em um corte de juros neste mês. Na terça-feira (14), o pregão foi marcado por forte volatilidade, em meio à escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China. O presidente Donald Trump afirmou estar considerando novas restrições comerciais contra Pequim, alegando que o país asiático não tem cumprido as compras de soja previstas em acordos anteriores. A declaração veio após a China impor sanções a cinco subsidiárias americanas da construtora naval sul-coreana Hanwha.

  • Dow Jones Futuro: +0,44%
  • S&P 500 Futuro: +0,65%
  • Nasdaq Futuro: +0,86%

update 8h00

Abertura de mercados

O apetite por risco volta aos mercados internacionais nesta quarta-feira depois de comentários considerados “dovish” do chair do Federal Reserve, enquanto o Banco Central deve ficar no foco na cena nacional. As ações globais recuperam parte das perdas recentes e o dólar caía nesta sessão, depois que Jerome Powell deixou aberta na terça-feira a possibilidade de novos cortes na taxa de juros dos Estados Unidos e disse que o fim do esforço prolongado do banco central norte-americano para reduzir o tamanho de seu balanço pode estar se aproximando. Os comentários reforçaram as expectativas de mais afrouxamento monetário este ano, com cerca de 48 pontos-base de cortes nos juros precificados até dezembro. Na pauta nacional, o diretor de Política Monetária​ do BC, Nilton David, palestra em evento do banco Goldman Sachs às 12h. Já o diretor de Assuntos Internacionais, Paulo Picchetti, participa como painelista no seminário da J.P. Morgan às 15h45. Enquanto isso, a Comissão Mista de Orçamento adiou para esta quarta-feira, às 14h, a votação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, de acordo com a Agência Senado. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista

Investidores em Wall Street começaram o dia indo às compras, mas pisaram no freio especialmente na reta final, quando sentiram uma volta das tensões entre EUA e China no âmbito comercial. A temporada de balanços do 3T25 começou com bancos superando as expectativas – Citigroup. Wells Fargo, JPMorgan e outros – mas a incerteza com a política comercial prevaleceu no sentimento. “Não está claro qual será o desfecho para a China e os EUA no final do mês em termos de tensões comerciais, e acho que isso é algo com que o mercado ainda está tentando lidar”, disse à CNBC Rob Haworth, diretor sênior de estratégia de investimentos do U.S. Bank Wealth Management. “Isso é parte do que está impulsionando o sentimento do mercado agora, embora os relatórios de resultados desta manhã nos digam que o setor financeiro parece estar indo bem e o consumidor ainda parece saudável”.

Dia (%) Pontos
Dow Jones 0,48 46.290,74
S&P 500 -0,16 6.644,37
Nasdaq -0,76 22.521,70

update 7h52

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F26 14,892 -0,003
DI1F27 13,995 -0,035
DI1F28 13,385 -0,045
DI1F29 13,360 -0,050
DI1F31 13,645 -0,035
DI1F32 13,755 -0,020
DI1F33 13,795 -0,015
DI1F35 13,805 -0,015

 

update 7h50

O dólar voltou a subir frente ao real, depois da baixa de ontem. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,24%, aos 99,03 pontos.

  • Venda: R$ 5,472
  • Compra: R$ 5,471
  • Mínima: R$ 5,458
  • Máxima: R$ 5,519

update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%) Valor (R$)
COGN3 -3,97 2,90
MBRF3 -3,71 15,30
EGIE3 -3,49 40,05
BRAV3 -3,40 15,64
NATU3 -2,72 8,24

Maiores altas

Dia (%) Valor (R$)
EMBR3 4,89 82,65
RAIZ4 3,53 0,88
USIM5 2,88 4,65
BEEF3 2,48 6,62
MGLU3 2,09 8,78

Mais negociadas

Negócios Dia (%)
BBDC4 40.307 1,42
EMBR3 36.618 4,89
VALE3 31.681 0,00
PETR4 31.189 -0,69
BPAC11 30.296 -1,92

update 7h45

  • Máxima: 142.588,97
  • Mínima: 141.334,32
  • Diferença para a abertura: -100,37 pontos
  • Volume: R$ 19,80 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (13): +0,78%
  • Terça-feira (14): -0,07%
  • Semana: +0,71%
  • Outubro: -3,11%
  • 4T25: -3,11%
  • 2025: +17,79%

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Fonte: Em Sergipe

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