O papel das cidades, comunidades e governos locais na implementação das metas climáticas globais ganha destaque no segundo dia da COP30, nesta terça-feira,11. Com foco na governança multinível e na ação subnacional, a programação reforça a importância de fortalecer políticas climáticas que partem de municípios e ganham grandes proporções. As discusões acerca do tema serão acompanhadao pela CEO da COP30, Ana Toni.
No período da manhã, a temática foi tratada durante o Painel Ministerial de Alto Nível sobre Governança , que lançou o Plano para Acelerar a Governança Multinível, que tem como objetivo aumentar a cooperação entre governos nacionais, estaduais e municipais com o intuito de acelerar a implementação do Acordo de Paris, integrando ações locais às metas nacionais de redução de emissões tóxicas.
O assunto foi reforçado durante a 4ª Reunião Ministerial sobre Urbanização e Mudanças Climáticas, organizada pela Presidência da COP30, o Ministério das Cidades e o ONU-Habitat. Além disso, a reunião discutiu a inserção das cidades no plano nacional de clima (NDCs 3.0), o que também contribui para a aceleração do acordo de Paris.
Simultaneamente, foi lançado o relatório anual Yearbook of Global Climate Action 2025, liderado pela onu ONU Clima e pelos Climate Champions apontou que 95% dos países incluem idades, empresas e sociedade civil em seu plano para execução de melhorias , mas em contrapartida o relatório aponta problemas no que diz respeito a financiamento, capacidade técnica e alinhamento entre o que é definido na ação nacional e o que é realizado entre os municípios.
Com o lema “Fortalecer a Ação Local e Subnacional para Construir Resiliência e Melhorar Vidas”, os debates buscam acelerar o poder da parceria multinível, conectando e progetendo as comunidades “de baixo para cima”. Além disso, a ação reforçou o “espírito do mutirão” do brasileiro.
Fonte: Fan F1









