Em 2015, em ordem crescente, estes foram os 11 melhores jogadores do mundo no The Best, o prêmio de melhores do mundo entregue pela Fifa: Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar, Lewandovski, Suárez, Muller, Neuer, Hazard, Iniesta, Alexis Sánchez e Ibrahimovic.
Voltando no tempo mais dez anos, os 11 melhores de 2005, também em ordem crescente, foram estes: Ronaldinho, Lampard, Eto’o, Henry, Adriano, Shevchenko, Gerrard, Kaká, Maldini, Drogba e Ballack.
Veja agora quem são os 11 finalistas na edição de 2025, que terá seus vencedores anunciados hoje, no Qatar: Dembélé, Hakimi, Kane, Mbappé, Nuno Mendes, Cole Palmer, Pedri, Raphinha, Salah, Vitinha e Lamine Yamal.
O favorito para ganhar o prêmio de 2025 é o francês Dembélé, um ótimo jogador, mas que não seria convidado para o pódio final das premiações de 2005 e 2015.
A lista atual dos 11 finalistas tem muito menos qualidade do que as de 2005 e 2015.
Mas, acredite, isso não é ruim.
O futebol mundial não tem hoje nenhuma estrela que está muito acima dos outros, o que aconteceu especialmente no duopólio de Cristiano Ronaldo e Messi.
Mas o jogo coletivo hoje é melhor do que acontecia na Europa em 2005 ou 2025.
Ótimos jogadores, como Dembélé, brilham por que atuam em times com muita organização, e a Europa tem hoje mais equilíbrio entre seus gigantes.
Daqui a alguns anos, pouca gente vai lembrar que Dembélé foi um dia o melhor jogador do mundo.
Mas todos vão lembrar que o PSG enfim, com ele, ganhou a Champions.
Prefiro lembrar de grandes times que estrelas solitárias.
Fonte: ESPN









