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ALESSANDRO QUE QUER CPI CONTRA MORAES, FAZ DOBRADINHA COM CONDENADO POR CORRUPÇÃO PELO STF EM SERGIPE – FaxAju


ondenado pelo STF a 8 anos e 3 meses por corrupção, André Moura, atualmente é secretário de Governo do Estado do Rio de Janeiro, nomeado pelo governador Cláudio Castro (PL-RJ).

Nesse papel, ele atua como um dos principais articuladores da gestão estadual e participa de decisões estratégicas e articulações políticas de Castro.

O ex-governador Anthony Garotinho diz que ele tem outra função. André Moura, segundo ele, seria o líder da “turma do charuto”, responsável por organizar um grande esquema de corrupção que envolveria o governo do estado e a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

André Moura, no entanto, não é carioca e nem atua politicamente no estado. Seu domicílio eleitoral é de Sergipe, onde acaba de fechar uma aliança para sair candidato ao Senado na chapa à reeleição do atual governador Fabio Mitidieri (PSD) e do senador Alessandro Vieira (MDB), candidato à reeleição.

O senador Alessandro Vieira tem como sua principal bandeira em Brasília o combate à corrupção. Acaba, inclusive, de pedir a instalação de uma CPI do Banco Master que, entre outros pontos, segundo ele, investigará o contrato de Viviane Barci, esposa de Alexandre de Moraes, com a instituição. E também se houve pressão do ministro ao BC para favorecer o Master.

Essa CPI seria uma forma de iniciar um movimento que poderia levar à cassação de Moraes. Ao mesmo tempo, também pressionaria o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo.

Os bancos estariam por trás dessa operação. O principal articulador seria André Esteves. A CPI, usando o termo de uma das fontes com quem conversei, teria o papel de “encangalhar” tanto Moraes quanto Galípolo. E seria presidida pelo senador que vai pedir voto com um condenado por corrupção.

Veja as principais acusações que motivaram a condenação de André Moura:

Peculato — apropriação de recursos públicos para benefício pessoal.

Desvio de recursos públicos — uso de bens, dinheiro e serviços da prefeitura em interesses particulares.

Apropriação de recursos públicos — compra de alimentos e gêneros pagos com dinheiro público que beneficiaram Moura ou pessoas próximas.

Associação criminosa — indicação de que Moura atuou com organização para cometer os crimes.

Por: Renato Rovai – fonte: Reista Fórum

 



Fonte: Fax Aju

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