Diógenes Brayner – [email protected]
Em Sergipe, principalmente em cidades como Aracaju, o eleitor já não se deixa enganar por discursos vazios e promessas que nunca saem do papel. O tempo dos políticos que se escondem atrás do mandato, sem produzir nada além de aparições protocolares, está chegando ao fim. O povo sergipano exige ação, resultados e coragem, não figuras decorativas que apenas ocupam cadeiras. O político que produz é aquele que enfrenta os problemas de frente, que apresenta projetos concretos e que não teme prestar contas ao povo. É o que se compromete com a melhoria da saúde, da educação, da infraestrutura, e não se limita a discursos em palanque. Esse é o perfil que desperta o interesse do eleitor: o líder que transforma o mandato em ferramenta de mudança.
Já os inertes, que tratam o cargo como um privilégio pessoal, são cada vez mais rejeitados. Eles não deixam legado, não marcam história e não representam nada além da mediocridade política. São os que aparecem apenas em época de eleição, tentando ressuscitar uma credibilidade que nunca tiveram. O eleitor sergipano está cansado dessa política de faz-de-conta. É hora de dizer claramente: Sergipe não precisa de políticos que apenas “cumpram tabela”. Precisa de representantes que trabalhem, que entreguem, que façam valer cada voto recebido. O eleitor já percebeu que o mandato não é um título honorífico, mas uma responsabilidade. Quem não produz, não se compromete, quem não se conecta com as demandas reais da população, será varrido pelo julgamento das urnas.
Em Sergipe, o futuro pertence aos políticos que trabalham pelo povo e não aos que se escondem atrás do poder. Poderíamos até citar alguns desses parias por aqui, mas se tornaria uma indelicadeza e talvez fosse para em uma ação jurídica sem futuro. Já se pode perceber que o eleitor sergipano tem demonstrado, nas últimas eleições, uma tendência clara: valorizar quem entrega resultados. Governadores, deputados e senadores que se destacam pela produção legislativa e pela capacidade de gerar impacto positivo em suas comunidades conquistam maior apoio popular. Já os inertes, que se escondem atrás do mandato, enfrentam rejeição crescente.
Apoio de Fábio ao presidente Lula
O governador Fábio Mitidieri disse ontem a ‘Plenário’ que o “meu apoio, caso seja confirmado, será ao presidente Lula”.
*** Acrescentou que “nossa chapa aqui já está formada e nada muda quanto a isso”
*** Sobre a conversa com Lula vai acontecer ainda este mês, Fábio disse que “não tem data marcada”.
Laércio Oliveira está com Fábio
A posição do governador Mitidieri em apoiar o presidente Lula gera novas especulações políticas. O senador Laércio Oliveira (PP) não vota em Lula, mas está com Mitidieri e admite que sua reeleição é a melhor para Sergipe.
*** Disse inclusive que “a cola que nos une é Sergipe” e acrescentou que sempre estará com Fábio Mitidieri.
*** Para o Senado, Laércio Oliveira vota em Edvaldo Nogueira e Rodrigo Valadares. Admite que a chapa seja a tendência do PP.
Gustinho: grupo não decidiu senadores
O deputado federal Gustinho Ribeiro, que troca o Republicanos pelo Progressistas, avisou que o “meu grupo ainda não definiu senadores”.
*** Gustinho acrescenta que em relação ao PP deverá ser uma decisão de partido. Cabe ao presidente comunicar.
Sérgio Reis está fiel a Rogério
O prefeito Sérgio Reis (Lagarto) anunciou apoio à reeleição de Rogério Carvalho (PT) para o Senado, já há algum tempo.
*** Esse apoio fortalece Rogério e cria fissuras entre grupos que antes estavam mais próximos do governo estadual.
*** Sérgio deve trabalhar para evitar isso, porque ele também vota em Mitidieri para reeleição, mas satisfaz ao grupo antes dominado pelo ex-prefeito Valmir Monteiro.
Oposição mais discreta no momento
Nos bastidores, Eduardo Amorim (Republicanos) aparece como possível candidato ao governo pela oposição, embora também cogite voltar ao Senado.
*** Nesse momento, a estratégia da oposição é manter candidaturas em “fase de sondagem” para evitar desgaste precoce. Até mesmo Valmir de Francisquinho está em silêncio sobre candidatura.
Cidadania passa por problema
O Cidadania passa por problemas a nível nacional e isso atinge os diretórios municipais em razão da falta de decisão entre o presidente Roberto Freire e o ex-presidente Comte.
*** Em Sergipe, por exemplo, o vice-prefeito Ricardo Marques, que vai disputar vaga de deputado federal, pode deixar o partido em março.
*** Além disso, em Sergipe, a sigla se divide entre oposição e situação o que põe em dúvida a tendência do partido.
Itamar explica que o Cidadania parou
De Lagarto, Itamar Santana, tesoureiro do Cidadania, explica que o partido nacionalmente parou. A justiça mandou Roberto Freire assumir, mas o Comte não passou as chaves do TSE, para fazer a mudança.
*** – Aí entraram no TSE pedindo essa providência, que até agora não foi despachada pela ministra. Dia 09 de fevereiro vai ter uma reunião da direção nacional, até lá o momento do Cidadania é difícil.
Rodrigo entra na caminhada
O deputado federal Rodrigo Valadares somou-se ao seu colega Nikolas Ferreira e a milhares de patriotas na caminhada pela Liberdade e Justiça.
*** Rodrigo saiu ontem de Aracaju para encontrar o grupo. “O Brasil vai às ruas!”
Política pública se faz com seriedade
Pré-candidato ao Senado e ex-prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira diz que a “política pública se faz com seriedade, por isso sei que contribuí para que a população tenha um acesso adequado à saúde”.
*** E explicou: “mesmo diante de grandes desafios, mantendo o foco em proteger o bem mais preciso de cada cidadão: a vida”.
Heleno vai mudar de partido cedo
Heleno Silva é candidato a deputado federal e está trabalhando no sertão, onde fortalece o seu grupo político. Admite que não será uma disputa fácil, mas tem um eleitorado que o anima.
*** Ainda não decidiu o seu novo partido, mas avisa que isso não passa do inicio de março. Como outros pré-candidatos, Heleno anda com máquina de calcular para avaliar o partido que oferece mais chance.
Fonte: Fax Aju








