Diógenes Brayner – [email protected]
Em Sergipe, como em outros estados, alianças partidárias e apoios de lideranças locais podem dar força a nomes pouco conhecidos. Ainda assim, sem ação concreta, o eleitor pode enxergar esses candidatos como “dependentes” de padrinhos políticos. O eleitor sergipano, historicamente, demonstra pragmatismo: prefere candidatos que já mostraram serviço, seja em cargos legislativos, executivos ou em gestão pública. Isso torna difícil a consolidação de nomes novos ou sem trajetória visível. Campanhas precisam investir pesado em narrativa e marketing para transformar “nome sem ação” em “nome com proposta”, porque sem isso, o risco é que o eleitor opte por figuras tradicionais ou já testadas.
A escolha de nomes sem ação para cargos majoritários enfrenta barreiras porque o eleitor busca referências concretas de atuação. A ausência de histórico político ou administrativo torna a decisão mais difícil, abrindo espaço para a força dos candidatos tradicionais ou daqueles que conseguem construir uma narrativa convincente de futuro, como aconteceu como Fábio Mitidieri em 2022. – Diversas legendas em Sergipe tiveram desempenho fraco em 2022 por não apresentarem nomes conhecidos ou com ações reconhecidas. O maior problema para isso é a falta de coligações fortes e ausência de lideranças com histórico de votos, pouco conhecido e “sem votos” os novos candidatos precisam ter nomes já testados ou figuras públicas com alguma notoriedade para evitar repetir fracassos.
A memória política do eleitor sergipano tende a valorizar quem já demonstrou capacidade de gestão ou liderança. Além disso, candidatos sem ação dependem de coligações fortes, mas partidos pequenos raramente conseguem atrair apoios robustos. Geralmente o eleitor prefere apostar em nomes já testados, reduzindo espaço para “novatos” sem trajetória. Assim, nomes sem ação concreta ou histórico político enfrentam enorme dificuldade em cargos majoritários. O caso de 2022 mostra que, sem visibilidade, alianças e trajetória, o eleitorado praticamente ignora esses candidatos. Isso reforça a tendência de que, para disputar Governo ou Senado, é quase indispensável ter histórico de atuação pública ou forte apoio político.
Começa montagem do viaduto
O governador Fábio Mitidieri (PSD) comunicou que começou ontem a montagem do viaduto do Complexo Viário Senadora Maria do Carmo Alves, no cruzamento da Beira Mar com a Tancredo Neves.
*** – Um passo importante pra melhorar o trânsito e a mobilidade em Aracaju, diz.
*** Segundo o governador, o elevado de 180m tem conclusão prevista para maio. “É o trabalho que transforma sonhos em realidade”!
Avanço de obras estruturantes
Em encontro com integrantes do Fórum Empresarial de Sergipe, ontem, o governador Fábio Mitidieri enfatizou o avanço das obras estruturantes do Governo em Aracaju ao comemorar o início da montagem do viaduto do Complexo Viário Senadora Maria do Carmo Alves.
*** Com investimento superior a R$ 318 milhões, o complexo reúne viaduto, ponte estaiada e ciclovias, consolidando-se como um dos principais investimentos em mobilidade urbana do Estado. O governador visitará as obras na próxima terça-feira, 02.
Faltam nomes fortes para disputar eleições
Segundo um político experiente, às eleições deste ano em Sergipe é carente de nomes que se identifiquem como candidatos a governador, fora o de Fábio Mitidieri (PSD), que disputa à reeleição.
*** “Os nomes são vagos” e não se apresenta mais alguém como João Alves Filho, Marcelo Déda, Jackson Barreto, Valadares e outros que já estiveram à frente do Executivo.
*** A observação é de um político de outros períodos, acrescentando que o candidato a governador saía da vontade do povo.
Nomes citados deixam dúvidas
Segundo o político, tem nomes citados, mas que deixam dúvida em relação ao seu potencial eleitoral e sua liderança perante a sociedade da Capital e Interior.
*** Grupos, principalmente de oposição, expõe nomes que jamais atuaram na política sergipana e aparecem pela força de suas lideranças com alguma expressão.
André desconhece rejeição do PSD
O pré-candidato ao Senado, André Moura (União), diz que desconhece que o PSD não vota nele no próximo pleito. Falando pouco sobre o assunto, André diz que “está tudo bem”.
*** Aliado do governador Fábio Mitidieri (PSD), André Moura diz que trabalha em todo Estado para fortalecimento do grupo e não sente qualquer rejeição ao seu nome.
Gustinho sem definição para o Senado
Conversa exibida pelo programa do radialista Focca foi o suficiente para que deixasse claro o voto do deputado Gustinho Ribeiro no senador Alessandro Vieira.
*** Os dois trocaram elogios, expuseram amizades e reconhecem o trabalho que ambos fazem pelo Estado e em especial por Lagarto.
*** 30 minutos depois da conversa, Gustinho conversou com ‘Plenário’ e foi claro “não temos definição para o Senado ainda”.
Emília demitiu servidores de Ricardo
O vice-prefeito Ricardo Marques (Cidadania) disse ontem que a prefeita Emília Corrêa foi que rompeu com ele, “tanto que já demitiu servidores do meu gabinete”.
*** Ricardo disse que está conversando com lideranças de outros partidos, mas não tem qualquer decisão sobre troca de legenda; ”isso fica para mais adiante”, disse.
Condutas de ministros precisam ser investigadas
Senador Alessandro Vieira (MDB) diz que o impeachment de ministro do STF vai acontecer e que as condutas de Toffoli e Alexandre de Moraes precisam ser investigadas.
*** Diz o senador: “A gente não pode tratar com um manto de impunidade só porque usa uma toga”.
Belivaldo e Eduardo falam de tudo
Ex-governador Belivaldo Chagas diz que recebeu o candidato ao Senado Eduardo Amorim e conversamos sobre tudo, inclusive política.
*** Mas em nenhum momento foi tratado nomes que formarão alguma chapa e que podem discutir eleições com ele.
Fonte: Fax Aju






