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Homem é preso por “sextorção” contra 20 vítimas de MG, SP, RJ e PA



A PCMG (Polícia Civil de Minas Gerais) concluiu a investigação sobre um homem de 30 anos preso por extorsão sexual (sextorção) contra 20 vítimas dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Pará.

O homem foi preso no dia 2 de fevereiro pela polícia civil, durante a “Operação Rastro Digital”, em Poços de Caldas, região Sul do estado de Minas Gerais. As investigações, desenvolvidas em meio cibernético apontaram que o suspeito seria o principal responsável por uma série de crimes de “sextorsão” praticados por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens.

De acordo com as informações, o investigado utilizava perfis falsos para estabelecer contato com pessoas de diferentes idades e sexos. Após conquistar a confiança das vítimas, promovia chamadas de vídeo utilizando montagens ou vídeos de terceiros com conteúdo sexual, induzindo-as à prática de sexo virtual.

As imagens eram gravadas sem o conhecimento das vítimas e, posteriormente, utilizadas como meio de extorsão, com ameaças de divulgação do material a familiares ou em redes sociais, caso valores em dinheiro não fossem pagos.

Com a identificação do suspeito, a PCMG representou pela prisão preventiva do investigado, medida deferida pelo Poder Judiciário.

Após a prisão do investigado no início do presente mês e a análise dos aparelhos eletrônicos apreendidos, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Delegacia de Polícia Civil em Poços de Caldas, apurou, no curso das investigações, que, no período aproximado de três meses, foram identificadas 20 vítimas do investigado, entre elas pessoas comuns e até líderes religiosos.

A PCMG concluiu as investigações em relação às vítimas que registraram ocorrência em Poços de Caldas, remetendo o inquérito policial ao Ministério Público para as providências cabíveis.

O que é “sextorção”?

A sextorsão é um crime caracterizado por ameaça ou extorsão mediante a divulgação de imagens, vídeos ou mensagens de conteúdo íntimo ou sexual, geralmente obtidos por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens ou plataformas digitais. Nessa prática, o criminoso exige dinheiro, novos conteúdos íntimos ou outras vantagens para não divulgar o material.

Esse tipo de crime pode atingir adultos e adolescentes, causando danos emocionais, psicológicos e financeiros às vítimas.

A Polícia Civil reforçou em um comunicado que ceder às exigências não garante a interrupção das ameaças, e, em qualquer situação semelhante, a orientação é procurar imediatamente a polícia para adoção das medidas cabíveis.

*Sob supervisão de AR.





Fonte: Em Sergipe

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