O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, morreu após ataques conjuntos realizados por Estados Unidos e Israel no sábado, 28, segundo confirmou a mídia estatal iraniana neste domingo. A morte do religioso, que esteve à frente do país por quase quatro décadas, provocou reações opostas dentro e fora do Irã, com manifestações de apoiadores e críticos do regime.
Khamenei era a principal autoridade política e religiosa da República Islâmica e exercia influência direta sobre as Forças Armadas e as decisões estratégicas do país. A morte do líder abre um período de incerteza e pode desencadear a maior crise institucional no Irã desde a Revolução Islâmica de 1979, diante da ausência de um sucessor imediato definido.
Imagens de satélite registradas no sábado mostram fumaça saindo do complexo oficial do líder supremo, em Teerã, indicando que estruturas do local teriam sido atingidas durante a ofensiva.
Autoridades iranianas haviam afirmado inicialmente que Khamenei estava em segurança. No entanto, posteriormente, a morte foi confirmada por veículos estatais.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou na noite de sábado que havia “indícios” de que o líder iraniano não estava mais vivo. Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a ação tinha como um dos objetivos enfraquecer o regime iraniano e defendeu mudanças políticas no país.
Fontes ligadas ao governo israelense indicaram que a ofensiva teria como alvos principais integrantes da cúpula iraniana, incluindo o presidente Masoud Pezeshkian e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Abdolrahim Mousavi.
*Com informações da CNN
Fonte: Fan F1









