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Haddad anuncia pré-candidatura ao governo de São Paulo


Com a atenção agora voltada ao palanque paulista, o ministro deixa o Ministério da Fazenda e, a partir de abril, passa a se dedicar integralmente à campanha

Wilton Junior/Estadão ConteúdoO presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumprimenta o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante o lançamento do programa Reforma Casa Brasil, no Palácio do Planalto, em Brasília
DF – REFORMA CASA BRASIL/LANÇAMENTO/LULA – ECONOMIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumprimenta o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante o lançamento do programa Reforma Casa Brasil, no Palácio do Planalto, em Brasília, nesta segunda-feira, 20 de outubro de 2025. O programa vai oferecer crédito facilitado e apoio técnico para reformas em moradias em todo o País. 20/10/2025

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira (19) sua pré-candidatura ao governo de São Paulo. A declaração aconteceu em um evento em São Bernardo do Campo (SP), que contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e o presidente do PT Paulista, Kiko Celeguim.

A Jovem Pan já havia adiantado que o anúncio de Haddad como pré-candidato ao governo de São Paulo estava previsto para acontecer nesta semana. Com a atenção agora voltada ao palanque paulista, o ministro deixa o Ministério da Fazenda e, a partir de abril, passa a se dedicar integralmente à campanha.

Com Haddad escalado para o governo, o PT agora busca definir o nome para ser o vice-governador. A aposta deve ser uma figura de centro para ampliar o diálogo com eleitores menos alinhados à esquerda. O ministro chegou a ser cogitado para o Senado, entretanto, a decisão para o governo visa garantir um apoio para a campanha presidencial de Lula em São Paulo.

Inicialmente, Haddad não tinha interesse em concorrer ao governo. “Manifestei desde o começo do ano que não tinha intenção de participar do pleito deste ano”, declarou o ministro no começo de março em um evento na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), da USP, na cidade de São Paulo. Entretanto, ressaltou que se o cenário desenhado demandasse sua participação, ele ouviria a opinião do presidente Lula.

“Evidentemente, [Lula] sendo um amigo de tantos anos, não posso prescindir da opinião dele sobre isso. Estou analisando e ele também, nós vamos chegar a um denominador comum“, finalizou.





Fonte: Jovem Pan

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