O desembargador Roberto Porto formalizou, nesta terça-feira, 7, a desistência de participar da eleição da lista tríplice do quinto constitucional destinada à advocacia.
Em documento encaminhado à Corte, o magistrado afirma que não há impedimento para sua participação no processo. Ainda assim, optou por retirar o nome da disputa para evitar o prolongamento de uma definição que já se estende há meses.
Na avaliação de Porto, a demora no preenchimento da vaga tem impacto direto na prestação jurisdicional, especialmente no primeiro grau, além de manter o tribunal com sua composição incompleta e dependente da atuação de magistrado substituto.
“Todavia, em respeito à preservação desta Corte de Justiça — à qual pertenço há mais de 25 anos e à qual sempre dediquei integral zelo e irrestrita deferência —, e tendo em vista a possibilidade de prolongamento desnecessário no preenchimento da vaga (…), manifesto, neste ato, meu formal pedido de retirada do processo eletivo”, registra em trecho do documento.
Ao final, o desembargador declara oficialmente a desistência e solicita a extinção do incidente, com a consequente continuidade do processo eletivo para formação da lista tríplice.
A decisão ocorre em meio a um processo marcado por impasses e discussões internas, que têm contribuído para a demora na definição da lista, etapa necessária para o provimento da vaga do quinto constitucional no tribunal.
Fonte: Fan F1









