Ainda aguardando uma definição do UFC sobre seu próximo adversário, Charles ‘Do Bronx’ disparou contra os nomes de Conor McGregor e Nate Díaz como postulantes ao posto contra o atual detentor do cinturão BMF da organização.
“Então eles são lutas grandes? Acho que não”, disparou Charles à ESPN.
“Conor ninguém sabe se vai aparecer, se vai lutar. Nate Diaz… faz quanto anos que não luta? Quando você viu o Nate Diaz fazer lutas grandes? Então, não são lutas grandes”.
Questionado sobre o que seria uma luta grande, o brasileiro não titubeou.
“Uma luta pelo título, uma subida ou descida de divisão contra os grandes nomes, campeões. Esses caras são mais um daqueles que querem ganhar ‘hype’ no meu nome, surfar na mesma onda que estou surfando. Faz quanto tempo que você escuta o Conor falar que vai voltar? Quanto tempo faz que você não vê o Nate lutar? O Nate falou que eu sou dono do cinturão que ‘era dele’. Quando lutou não chegou nem perto de vencer. Perdeu todas as oportunidades. Como que é dele? Eles só querem surfar na onda que é minha”.
Do Bronx aproveitou ainda para rebater as críticas pela luta contra Max Holloway pelo cinturão BMF do Ultimate conquistado em Las Vegas (EUA), no início de março, por decisão unânime dos juízes na luta principal do UFC 326.
“Se Deus, que foi Deus, não agradou… por que eu vou agradar? Os que reclamaram foram aqueles que queriam que o Holloway ganhasse, ou aqueles que não tiveram nem 10% de coragem para fazer o que fiz. Então, não faz diferença”.
Em Goiânia para um seminário de MMA, o brasileiro não escondeu a felicidade de poder ‘trocar’ com jovens que têm o sonho de chegar ao estrelato nas artes marciais mistas.
“É um lado de troca de informações, de estar mais próximo dos fãs. Isso vem lá de trás, dos caras que começaram no esporte a fazer isso. Você começa a receber propostas, perguntas, a galera querendo entender. Você começa a ver o que a galera gosta, começa a rodar esse mundo todo, fazer palestras e seminários”, disse Charles à ESPN.
“Tento ser eu, passar aquilo que eu faço no dia a dia no meu treinamento, que a molecada quando passa: ‘Nossa, isso você fez na luta tal’ É o que quero fazer. Quero simplesmente ser eu, passar aquilo que eu faço nos meus treinamentos para que eles possam ver que dá certo”.
Fonte: ESPN









