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“Ela pode morrer sem o remédio”, diz filha em apelo por tratamento de asma grave em Itaporanga


Uma moradora do povoado Sapé, em Itaporanga d’Ajuda, distante 30km de Aracaju, enfrenta uma corrida contra o tempo para conseguir um medicamento de alto custo após ser diagnosticada com asma grave de difícil controle, condição que pode levar à morte sem tratamento adequado.

A paciente, Rosilene Ferreira da Silva, de 44 anos, realiza acompanhamento há cerca de três anos com pneumologista no Hospital de Cirurgia. Segundo relatório médico, mesmo com uso de medicações em doses elevadas, ela apresenta crises frequentes e graves.

“Ela sempre passa mal, tem crises constantes, mas os médicos diziam que era algo normal. Só agora descobriram que é uma asma muito grave”, relatou a filha, Fabrícia Islaine, em entrevista ao Portal Fan F1.

Fabrícia ainda explicou que a situação se agravou recentemente, após novos exames confirmarem a gravidade do quadro.

“Eu sou a filha dela e estou resolvendo tudo, porque ela não tem condições nem de correr atrás disso. Tudo está no laudo, mas é uma situação muito difícil”, afirmou.

Ela também destacou a frequência das crises:

“Nos últimos tempos, ela vive indo para o hospital. É algo constante, não é uma coisa isolada.”

Os documentos médicos mostram que a paciente possui comprometimento significativo da função pulmonar, além de pequenos nódulos no pulmão identificados em tomografia.

O relatório é enfático ao alertar para o risco:

“Tem grave risco de progressão da doença para incapacidade total, além de risco de óbito por conta das crises de asma”, aponta o laudo médico.

Medicamento custa cerca de R$ 15 mil por mês

O tratamento indicado é com o imunobiológico Tezepelumabe (Tezspire), considerado moderno e indicado para casos graves que não respondem aos tratamentos convencionais.

O custo, no entanto, está fora da realidade da família.

“O médico falou que esse remédio custa em torno de R$ 15 mil. Eu não tenho condições de comprar”, disse Rosilene em áudio enviado à reportagem.

Em outro momento, ela reforça o desespero:

“É difícil você pensar que pode morrer por falta de uma medicação. Eu preciso dessa ajuda com urgência.”

A família tentou acesso ao medicamento pelo SUS, mas não obteve sucesso. Agora, foi orientada a buscar a via judicial.

Apesar da orientação, a demora preocupa:

“A gente sabe que esses processos demoram, e isso é algo que ela não pode esperar.”

Apelo nas redes sociais

Diante da urgência, Fabrícia publicou um vídeo nas redes sociais pedindo ajuda. No depoimento, ela expressa o impacto emocional da situação:

“O médico disse que ela pode vir a óbito se não tomar o medicamento. Nessa hora parece que o chão some.”

E completa:

“Nunca imaginei estar gravando um vídeo assim, mas hoje estou aqui como filha, tentando salvar a vida da minha mãe.”

Como ajudar

A família iniciou uma mobilização solidária para custear o tratamento enquanto tenta garantir o medicamento pela Justiça.

Chave Pix: 79 9 9990 5888 (Fabrícia Islaine)



Fonte: Fan F1

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