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Cláudio Caducha analisa “apagão” de mão de obra e defende qualificação de mulheres na construção civil


Durante entrevista concedida ao Jornal da Fan, da Rádio Fan FM desta segunda-feira, 27, o Superintendente Regional do Trabalho em Sergipe, Claudio Caducha analisou o atual cenário da construção civil no Brasil com foco no estado de Sergipe.

O superintendente explicou que o setor da construção civil enfrenta dificuldades para preencher vagas. “Hoje o pedreiro não quer ser mais pedreiro. As condições dadas do ponto de vista de remuneração dentro da construção civil hoje vivem um ‘boom’. O país voltou a crescer, o governo disponibilizou crédito e há uma demanda que, infelizmente, não tem trabalhador suficiente para suprir neste momento”, afirmou.

Caducha ressaltou que esse fenômeno de “apagão” de mão de obra não é inédito, citando a década de 30, o período da ditadura militar com as usinas nucleares e o governo Dilma em 2013. Para ele, a solução passa por um planejamento antecipado e pela inclusão de novos públicos no mercado técnico: “Não é uma coisa nova. É sempre recorrente”.

Na ocasião, ele destacou um projeto em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e a Companhia Estadual de Habitação e Obras Públicas (CEHOP), focado na formação de mulheres para a construção civil. “É um público que até então não se atentaram para a possibilidade de utilizar. O trabalho feminino vai poder suprir essas vagas em muitas áreas da construção civil”

Ele finalizou afirmando que esse projeto de inserção feminino precisa de tempo. “Temos que fazer esse planejamento anteriormente, porque leva um tempo para esse pessoal entrar no mercado, ganhar experiência e as empresas utilizarem de forma plena essa nova mão de obra”.



Fonte: Fan F1

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