A Universidade Federal de Sergipe (UFS) teve 38 pesquisadores contemplados na Chamada CNPq nº 23/2025, que concede Bolsas de Produtividade em Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico. O resultado foi divulgado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e reforça a presença da instituição entre os centros de pesquisa do país.
Do total de contemplados, 35 docentes receberam bolsas de Produtividade em Pesquisa (PQ), voltadas ao reconhecimento da produção científica continuada, enquanto outros quatro foram selecionados para bolsas de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão (DT), destinadas a pesquisadores com atuação em inovação, desenvolvimento de tecnologias e transferência de conhecimento para a sociedade.
Os pesquisadores premiados atuam em áreas como Engenharia Química, Direito, Educação, Tecnologias de Produção, Ciências Ambientais e Física, evidenciando a diversidade da produção acadêmica desenvolvida na universidade.
Segundo a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (Posgrap), o resultado representa um avanço no número de docentes reconhecidos pelo CNPq e reflete o fortalecimento dos grupos de pesquisa e dos programas de pós-graduação da instituição.
Entre os destaques da seleção está o professor Mário Ernesto Giroldo Valério, do Departamento de Física, que alcançou o nível mais elevado de produtividade científica concedido pelo CNPq.
Para o pesquisador, a conquista é resultado de um trabalho construído ao longo de décadas em conjunto com estudantes e colaboradores. Ele destacou a evolução da pesquisa científica na universidade desde sua chegada à instituição, período em que, segundo relata, ainda havia limitações estruturais para o desenvolvimento de pesquisas experimentais na área de Física.
“A aprovação da bolsa de produtividade envolve o esforço pessoal combinado com a participação ativa de alunos e colaboradores. Quando cheguei à universidade, não havia laboratório de pesquisa experimental em Física e a pós-graduação ainda era bastante incipiente. Com o tempo, a universidade cresceu, os programas se fortaleceram e o cenário da pesquisa mudou significativamente para melhor”, afirmou.
Mário Ernesto também ressaltou que o reconhecimento reflete uma construção coletiva. “Recebo esta bolsa com gratidão por entender que ela reconhece não apenas o meu trabalho, mas também o esforço de alunos, colaboradores e colegas que participaram desse processo ao longo dos anos”, disse.
Fonte: Fan F1









