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Saiba como funciona o bombardeiro B-52, que caiu em base aérea dos EUA


O Boeing B-52 Stratofortress, o principal bombardeiro estratégico dos Estados Unidos, caiu e matou oito tripulantes após a decolagem da Base Aérea de Edwards, a nordeste de Los Angeles, na Califórnia.

A queda, que ocorreu na segunda-feira (15), deixou uma enorme coluna de fumaça preta na base aérea, localizada no Deserto de Mojave.

O B-52 Stratofortress estava em uma missão de teste de rotina, disseram as autoridades, e “os indícios iniciais são de que não era possível sobreviver à queda”.

 

Essa aeronave militar foi fabricada em 1961, e já participou de todas as guerras americanas desde o Vietnã, como no Iraque, na Síria e no conflito com o Irã neste ano.

Embora seja décadas mais velho que os atuais tripulantes, esse modelo continua sendo a pedra angular da frota de bombardeiros dos EUA, enviando uma mensagem importante aos aliados e adversários dos americanos.

Segundo a Força Aérea dos EUA, esse tipo de bombardeiro é capaz de voar em altas velocidades subsônicas em uma altura de mais de 15 mil metros. Ele normalmente leva uma tripulação de cinco pessoas, e pode transportar até 31.750 kg de bombas e outras munições.

A aeronave também é capaz de transportar armamento nuclear, além de possuir capacidade de navegação.

A versão atual em operação, o B-52H, ainda desempenha um papel importante no arsenal da Força Aérea, que inclui 76 dessas aeronaves.

A Força Aérea Americana costuma usar a Base Edwards, na Califórnia, onde ocorreu o acidente, para realizar testes aeroespaciais devido à paisagem desértica e aberta.

A Boeing entregou a primeira aeronave para um teste do Programa de Modernização do Radar do B-52 em dezembro de 2025.

A Força Aérea americana prevê operar os B-52 até 2050.



Fonte: CNN

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