A França passeou em Boston nesta sexta-feira, 26, goleou a Noruega por 4 a 1 e chegou a 10 gols na primeira fase da Copa do Mundo de 2026. O placar, além de ter garantido a classificação ao mata-mata como líder da chave, também a faz alcançar uma estatística que somente o Brasil de 2002 aproveitou ‘por completo’.
A equipe de Didier Deschamps, que não a comandou na partida contra os nórdicos para comparecer ao velório de sua mãe, é a sétima em toda a história da competição a vencer todos os compromissos ultrapassando os dois dígitos nos gols marcados. Dessas, somente a de Felipão terminou com a taça.
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Os resultados da França no Grupo I foram: vitória de 3 a 1 sobre Senegal, de 3 a 0 sobre o Iraque e o mais recente 4 a 1 em cima da Noruega, que teve hat-trick de Démbélé e gol nos acréscimos de Doué. Faltou mais um para balançar as redes o mesmo que o Brasil fez em seu último título.
Naquela edição, a seleção estreou em um duro triunfo de 2 a 1 sobre a Turquia, mas depois desencantou com goleadas de 4 a 0 sobre a China e 5 a 2 em cima da Costa Rica. Total de 11 gols marcados e três sofridos. O saldo é o mesmo dos franceses, que marcaram um a menos, mas também sofreram um a menos.
O Brasil seguiu com a campanha perfeita até faturar o troféu: 1 a 0 na Bélgica, nas oitavas, 2 a 1 na Inglaterra, pelas quartas, 1 a 0 sobre a Turquia, nas semis, e o histórico 2 a 0 na Alemanha de Oliver Kahn na decisão. Ronaldo foi o artilheiro com oito gols.
Se avançar à final, a França terá uma partida a mais para superar o ataque da seleção e também para Mbappé, com quatro no momento, marcar mais do que o fenômeno, já que 2026 tem a segunda fase, popularmente conhecida como ’16-avos de final’. O adversário será o terceiro colocado dos seguintes grupos: C, D, F, G ou H, dependendo da classificação geral.
Os outros países que marcaram mais de 10 gols foram a Argentina em 1930, que perdeu a final para o Uruguai, a Alemanha de 1970, eliminada para a Itália nas semis, a Polônia de 1974, que caiu na segunda fase de grupos, o próprio Brasil de 1982, que caiu para os italianos na ‘tragédia do Sarriá’, a Holanda de 2014, que perdeu para a Argentina nas semis, e agora a França de 2026.
Fonte: Em Sergipe










