A ideia de que assistir a um filme de terror ajuda a queimar calorias volta todo ano perto do Halloween, quase sempre com números chamativos.
A curiosidade surge porque mistura entretenimento e saúde. Mas será que o medo na tela realmente faz o corpo gastar mais energia do que em outras situações de descanso?
Filme de terror realmente aumenta o gasto calórico?
Um estudo mediu batimentos cardíacos, consumo de oxigênio e produção de gás carbônico enquanto pessoas assistiam a filmes de terror. A partir desses dados, foi possível estimar o gasto energético mesmo em atividades sentadas, como ver TV.
Os resultados indicam um aumento discreto na queima de calorias em comparação ao repouso absoluto. Esse efeito, porém, é modesto e costuma ser comparável a uma caminhada leve ou a tarefas domésticas simples, bem distante de um exercício estruturado.

Como o medo e o suspense afetam o corpo durante o filme?
Em cenas de clímax, o sistema nervoso simpático é ativado e dispara a resposta de “luta ou fuga”. Há liberação de adrenalina, preparando o corpo para agir, mesmo sem movimento intenso.
Nesse processo, podem ocorrer alterações físicas mensuráveis, como aumento dos batimentos, mudanças na respiração, sudorese e tensão muscular. Essas reações explicam por que algumas pessoas saem do filme cansadas, enquanto outras quase não percebem nada.
Quais são os principais efeitos fisiológicos medidos?
Pesquisas apontam que o medo e o suspense provocam mudanças corporais específicas, que ajudam a entender o discreto aumento de gasto calórico. Esses efeitos não transformam o filme em exercício, mas mostram como emoções impactam o organismo.
Empréstimos estudantis com juros reduzidos e condições especiais;
Bolsas de pós-graduação para formação de professores universitários;
Verbas para laboratórios, equipamentos e materiais de ciências e matemática;
Apoio ao ensino de idiomas considerados estratégicos para a Guerra Fria;
Programas de testes padronizados e orientação vocacional.
Alinhamento sistêmico da educação básica e superior para garantir a segurança nacional e a dianteira tecnológica.
Assistir filmes de terror ajuda a emagrecer de verdade?
Emagrecer depende de alimentação adequada, atividade física regular, sono de qualidade e, quando necessário, acompanhamento profissional. O papel de um filme, por mais assustador que seja, é mínimo nesse contexto.
O tempo de aumento de batimentos é curto e concentrado em cenas específicas, e quase não há participação muscular ampla. Além disso, pipoca, doces e refrigerantes consumidos na sessão frequentemente superam com folga qualquer caloria extra gasta pelo medo.

Por que essa história volta todo ano e o que realmente importa?
Próximo ao Halloween, a mídia busca temas que unam ciência, curiosidade e diversão. Números de estudos pequenos, às vezes sem revisão rigorosa, são repetidos e exagerados, até virarem “fatos” na internet.
O que realmente fica útil é entender como o corpo reage ao medo, mesmo sem perigo real. Filmes de terror podem ser vistos como entretenimento ou objeto de estudo psicológico, mas não substituem exercícios planejados nem servem como atalho para emagrecimento.
Fonte: O Antagonista









