O PL oficializou nesta sexta-feira, 24, as pré-candidaturas de Douglas Ruas (RJ) ao governo e de Carlos Portinho (RJ) ao Senado Federal pelo Rio de Janeiro.
“Teremos maioria no Senado Federal, venceremos com essa maioria e todos sentarão a mesa para discutir essa questão. A sociedade não aguenta mais o cabo de guerra entre o poder judiciário, o STF, e o poder legislativo”, disse Portinho.
Portinho venceu a concorrência dos deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ) que também eram cotados para a vaga.
O anúncio já havia sido feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) em 14 de julho.
“Uma pessoa preparada, da nossa confiança, Portinho. E antes de eu ser proibido de falar com o presidente Bolsonaro, ele já havia me dito do porquê de ser você o nosso indicado na vaga do PL e falou das outras opções que estavam na mesa também. Várias, tinham várias opções. Mas principalmente ali os deputados Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, que são duas pessoas excepcionais também. Não foi uma decisão fácil de ser tomada. Mas em função do que a gente passou junto aqui, em função do que a gente ouviu de outras lideranças (…) houve a sua preferência ao seu nome“, disse Flávio, em vídeo.
Eleito suplente em 2018, Portinho assumiu o mandato de senador em 2020 após a morte de Arolde de Oliveira. Ainda pouco conhecido do eleitorado, ganhou espaço em Brasília e se tornou líder do PL no Senado.
A outra vaga
A outra cadeira também precisa ser definida. O posto estava ocupado pelo ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União), mas ele foi preso pela Polícia Federal (PF) por suspeita de chefiar um esquema de lavagem de dinheiro por meio de postos de combustível.
Com isso, o nome de Canella ficou em dúvida.
O PP, que integra uma federação partidária com o União Brasil, tem outros nomes considerados fortes, mas prioriza a eleição de deputados federais e resiste em retirar possíveis puxadores de voto para colocá-los na disputa pelo Senado.
Entre os nomes avaliados estão o vereador Leniel Borel e o ex-secretário de Polícia Civil Felipe Curi.
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Fonte: O Antagonista









