Por Habacuque Vilacorte
A Copa do Mundo de Futebol acabou e foi um sucesso em diversos aspectos, apesar das inúmeras polêmicas, muitas vezes geradas por interesses adversos ao futebol, muito dentro das disputas políticas que giram em torno do nome do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump. Muitos equívocos foram registrados, inclusive com diversos questionamentos sobre as atuações das arbitragens, independente da tecnologia disponível. O que não faltaram neste Mundial foram “teorias da conspiração” …
A Seleção Brasileira, que durante a competição começou a criar expectativa de que o sonhado hexacampeonato seria possível, teve seu choque de realidade no confronto direto com a Noruega, que resultou na eliminação de mais um Mundial. A partir daquele resultado, o “sonho” da conquista ficava contido por mais quatro anos e o povo brasileiro se voltava para sua realidade, novamente, onde muitos estão enfrentando dificuldades financeiras e verdadeiramente lutando pela sobrevivência.
Para as câmeras de televisão, os microfones de rádio e nos discursos prontos em solenidades e postagens para as redes sociais, o presidente Lula se envaidece falando que “acabou com a miséria no Brasil”, mas basta caminhar pelas ruas para perceber que seu governo passa muito longe de ser a ” oitava maravilha” do globo terrestre, com tanta gente enfrentando dificuldades para garantir o básico, que é a subsistência, seja nas prateleiras dos supermercados ou com a “sonhada picanha” nos açougues…
O desânimo do povo brasileiro com sua Seleção passa muito além do gol perdido por este ou aquele atleta, mas a Copa do Mundo de Futebol este ano nos relevou que, se por um lado o Brasil “perdeu o respeito” que tinha de seus adversários dentro e fora de campo, agora se transformou em uma “saga militante”, chata, cheia de restrições e com parte de uma imprensa conivente, que se cala diante das mazelas, mas que se “enfurece” contra um Neymar porque ele tem posições políticas definidas e contrárias.
E, diante de tudo isso, qualquer amante do futebol facilmente “se entrega” na torcida pelo futebol argentino, que é o principal rival, é verdade, mas que se impõe por mobilizar seu povo pela raça, pela coragem dentro de campo, pela vontade de vencer e realizar sonhos, por querer representar o sentimento de um povo dentro das quatro linhas. Não bastasse a melhora nos indicadores econômicos, a Argentina provou como um governo alinhado com o povo e um sonho pode ir muito além das expectativas.
Dentro deste contexto, “não é coisa de outro mundo” ver brasileiros encantados não apenas com os “Hermanos”, mas se somando, torcendo pela Seleção de Messi, por mais uma vitória do povo argentino, com muita raça e coragem. É importante que as autoridades reflitam que o “desânimo” dos brasileiros vai muito além da eliminação no futebol, mas com o governo e com o País como um todo! Desse jeito o “hexa” fica cada vez mais distante…
Veja essa!
O segmento da imprensa sergipana que vem sendo reconhecido pela população como o “Sistemão da Comunicação” está articulado para manter a gestão da prefeita Emília Corrêa (Republicanos) no foco dos ataques, como também o pré-candidato a senador, André David (Republicanos). O objetivo é gerar desgaste no grupo em Aracaju para tentar beneficiar a reeleição do governador Fábio Mitidieri (PSD).
E essa!
Os ataques articulados contra o delegado André David têm uma explicação: de um lado o governo do Estado reúne cinco pré-candidatos ao Senado (dois oficiais, dois no banco de reservas e um “cheirando” a laranja) e, mesmo assim, todas as pesquisas confirmam a liderança isolada do “lobo”. André David tornou-se um alvo a ser batido não apenas para o Senado, mas porque ajuda o projeto de Valmir de Francisquinho.
Ajudando Amorim
A estratégia do agrupamento governista de tentar atacar André David a todo custo não tem surtido efeito e, com o alinhamento de todas as lideranças do Republicanos em Sergipe, a impressão é que seu projeto ao Senado vem evoluindo a cada evento, na capital e no interior. E com um detalhe: o também pré-candidato Eduardo Amorim está evoluindo e “ganhando terreno” para voltar a ser senador.
Falta de liderança
A falta de um posicionamento mais firme do governador Fábio Mitidieri, que mais parece pensar apenas em sua reeleição e deixar a disputa para o Senado de lado, tem contribuído para dividir cada vez mais sua base em entre os cinco nomes que estão sob o seu crivo para senador. Já a oposição permanece bem alinhada…
Bomba!
Depois da movimentadíssima convenção do Republicanos, que homologou o nome de Valmir de Francisquinho como pré-candidato a governador do Estado, surgem vários rumores de aliados de Fábio Mitidieri já começando a “arrumar as malas” para desembarcar o projeto de reeleição e em breve teremos novidades. A turma começou a ouvir mais “o som que vem das ruas”…
Gedalva & Clécia I
O “sopro de mudança” que chegou em Aracaju com Valmir de Francisquinho, ganha cada vez mais força em São Cristóvão e em Nossa Senhora do Socorro. Na primeira, a pré-candidata e atual vice-prefeita Gedalva Umbaubá tem tudo para se consolidar como a principal liderança de oposição em seu município e, mesmo se não vencer as eleições deste ano, estará bem fortalecida para as eleições de 2028…
Gedalva & Clécia II
Já em Nossa Senhora do Socorro, onde falta água todos os dias desde a privatização de parte dos serviços da DESO para a Iguá Saneamento, o nome de Clécia Carvalho está bastante fortalecido. Ela já surpreendeu muita gente em seu município nas eleições de 2024 e, de desacreditada, mais adiante pode se tornar o principal nome da oposição em Socorro.
Exclusiva!
Chega a informação que, por supostos atrasos de repasses (pagamentos) do governo do Estado, servidores aposentados do IPES Saúde não estão tendo acesso para a realização de exames em algumas clínicas particulares. A coluna já começou a fazer suas apurações e em breve mais algo deverá vir à tona…
Emanuelly Hora I
A pré-candidata a deputada federal Emanuelly Hora (Republicanos) afirmou que Sergipe precisa ampliar a representação feminina na Câmara dos Deputados e defendeu que sua experiência na área da saúde a credencia para representar o estado em Brasília. As declarações foram feitas durante entrevista concedida à Rádio Rio FM, em Estância. Emanuelly ressaltou sua confiança no projeto político do Republicanos e disse acreditar que o partido tem potencial para conquistar entre duas e três vagas na Câmara Federal nas eleições de 2026.
Emanuelly Hora II
“Eu estou muito satisfeita no grupo em que eu estou, estou no Republicanos, um partido que tem grandes nomes e um potencial gigante de fazer dois ou três nomes, eu creio nisso. E eu me vejo como uma candidata potencial para estar nessas vagas”, afirmou. A pré-candidata destacou que pretende concentrar sua atuação parlamentar em pautas ligadas à saúde pública, ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), à valorização dos servidores públicos e da enfermagem.
Emanuelly Hora III
“Temos a defesa de políticas públicas para mulheres, temos a área da saúde e eu vou me colocar como a deputada federal da saúde, porque eu tenho legitimidade para defender as pautas da saúde. Eu sei onde é a dor, onde a dor aperta, eu sei onde a gente pode levar as discussões para melhorar o financiamento do SUS, fortalecer o SUS. Temos que levar isso para a discussão no Congresso”, declarou.
Emanuelly Hora IV
Ela também defendeu uma maior representatividade feminina na bancada sergipana em Brasília. “Vejo que Sergipe precisa de uma voz feminina, uma voz que de fato tenha experiência comprovada, principalmente na área da saúde, para poder fortalecer a saúde no estado. Me vejo com potencial e não me vejo inferior a nenhum dos candidatos que estão lá”, afirmou.
Laércio Oliveira I
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado promoveu audiência pública para debater a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 1/2026), conhecida como PEC do Emprego, de autoria do senador Laércio Oliveira (PP). O encontro reuniu representantes de entidades para discutir alternativas ao atual modelo de contribuição previdenciária incidente sobre a folha de pagamento e os impactos da proposta na competitividade da economia brasileira.
Laércio Oliveira II
A PEC propõe substituir, a partir de 2027, a contribuição patronal de 20% sobre a folha de salários por uma alíquota incidente sobre a receita bruta das empresas, limitada a 1,4%. Durante o debate, representantes de setores intensivos em mão de obra defenderam que a medida pode reduzir o custo da contratação formal, estimular a criação de empregos e preservar a arrecadação previdenciária. Já segmentos com menor utilização de mão de obra sugeriram que a proposta permita às empresas optar pelo modelo de tributação mais adequado às suas características.
Laércio Oliveira III
Ao defender a proposta, Laércio Oliveira afirmou que o elevado custo da contratação formal tem contribuído para o avanço da informalidade e da chamada “pejotização”. Segundo o senador, ao reduzir o peso dos encargos sobre quem mais emprega, a PEC busca fortalecer o mercado formal de trabalho e tornar o sistema mais equilibrado diante do envelhecimento da força de trabalho.
Laércio Oliveira IV
O debate ocorre em um momento em que especialistas apontam desafios para a economia brasileira. Nas últimas décadas, o país registrou baixo crescimento econômico em comparação com outras economias emergentes, refletindo um ambiente de negócios marcado por elevada carga tributária, burocracia e baixa produtividade. Na avaliação de defensores da proposta, reduzir o custo da contratação formal pode contribuir para aumentar a competitividade das empresas, estimular investimentos e ampliar a geração de empregos.
PEC
O tema ganha ainda mais relevância após a aprovação da Reforma Tributária, que ampliou a carga tributária sobre diversos segmentos do setor de serviços — responsável por cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Para o autor da PEC, a mudança na forma de financiamento da Previdência representa uma alternativa para reduzir esse impacto sem comprometer a sustentabilidade do sistema previdenciário, favorecendo um ambiente mais propício ao crescimento econômico e à formalização do trabalho.
Yandra Moura I
A deputada federal Yandra Moura (União) esteve em Indiaroba, no sul de Sergipe, em mais uma edição do projeto “Yandra & Você”, série de encontros que a parlamentar realiza pelos municípios do estado para apresentar o balanço de seu mandato. O evento reuniu o prefeito Marcos Sertanejo, o ex-prefeito Adinaldo Nascimento, o vice-prefeito Marcelo, o deputado estadual Jorginho Araújo e o ex-deputado federal e pré-candidato ao Senado André Moura, além de vereadores, secretários municipais e lideranças de outros municípios sergipanos.
Yandra Moura II
Em discurso, Yandra Moura resgatou a trajetória que a levou a Indiaroba ainda jovem, quando acompanhava a primeira campanha ao lado de lideranças locais. “Eu tenho um sonho, um sonho de estar lá naquele palanque um dia”, relembrou ter dito na época, aos 28 anos, antes de sua primeira eleição. Para a deputada, a ligação com o município carrega um significado especial por reunir, segundo ela, uma unanimidade política pouco vista em outros lugares do estado. “Nunca vi, e talvez a gente só consiga ver isso aqui em Indiaroba, que é uma câmara de vereadores 100% fazendo parte do mesmo grupo, dos mesmos sonhos”, afirmou.
Yandra Moura III
Ao tratar do mandato, a deputada mencionou a apresentação de mais de 65 projetos de lei na Câmara Federal ao longo de três anos e meio. Segundo ela, mais de R$ 16 milhões em recursos federais já foram destinados a Indiaroba, aplicados na reforma do mercado municipal, em pavimentação, saúde e equipamentos. A parlamentar dedicou parte do discurso à atuação do pré-candidato ao Senado André Moura, que já esteve à frente da liderança do governo em Brasília. Segundo Yandra, o período resultou em mais de R$ 3 bilhões em investimentos federais para Sergipe, direcionados a obras de infraestrutura, saúde e educação.
Adinaldo Nascimento
O ex-prefeito Adinaldo Nascimento reforçou o reconhecimento ao trabalho da deputada. “A maior deputada da história de Sergipe, com todo respeito aos homens. Muito obrigado, Yandra, você tem nos ajudado a fazer um grande mandato, um mandato que nossa cidade se orgulha”, declarou.
André David I
Durante entrevista ao podcast “Bate Papo da Hora”, na cidade de Tobias Barreto, o pré-candidato ao Senado, delegado André David, abordou os cenários da segurança pública e ressaltou o diferencial de Sergipe ao resistir ao domínio das facções criminosas que afetam diversas regiões do país. Segundo ele, a tranquilidade desfrutada pela população sergipana não ocorre por acaso, mas resulta de uma atenção firme, diária e persistente na preservação da ordem pública.
André David II
Essa diferença no cotidiano fica evidente quando moradores e turistas comparam o ambiente local com o de outros estados. “Sabe quando viaja, vai para outros estados e ele vê que aqui na praia não posso pegar o celular, nesse evento não posso perseguir o celular, ele fala, mas na minha terra eu posso. Graças a Deus, nós temos um São João por gente, todo estado é de Sergipe e recebe muitos turistas”.
André David III
“Quando chega aqui, percebe essa realidade e ele percebe que aqui ele vai para a praia, pega o celular, corre na hora, pega o celular e vai para uma festa na cidade ou mesmo em Aracaju, ou aqui em Tobias Barreto e ele tira sua foto tranquilo. Porque isso faz parte do cotidiano do sergipano, mas em outros estados não é. O papel do parlamentar, seja em nível estadual ou federal, é a manutenção do estado de Sergipe, longe da ingerência de facções criminosas, que infelizmente no Brasil estão espalhadas, corroendo setores privados e até mesmo instituições públicas”, alertou André David.
CRÍTICAS E SUGESTÕES
Fonte: Fax Aju









