
A situação em Cuba é preocupante, especialmente para os idosos e jovens. Um relatório recente revela dados alarmantes sobre o impacto da crise no país, mostrando que a população mais velha é a mais afetada, com 82% dos cubanos apontando essa faixa etária como a mais prejudicada.
A realidade é que muitos idosos, mesmo após a aposentadoria, precisam continuar trabalhando para garantir sua sobrevivência. Atualmente, cerca de 14% das pessoas com mais de 70 anos seguem ativas no mercado de trabalho, uma triste constatação da dificuldade de se manter no país.
Desemprego e Rejeição ao Regime
O desemprego também é um problema grave, atingindo 12% da população cubana. Entre os jovens desempregados, 81% estão fora do mercado há mais de um ano, o que dificulta ainda mais a situação. A falta de oportunidades e a desesperança são sentimentos comuns entre a juventude cubana.
A rejeição ao regime de Miguel Díaz-Canel é altíssima, com 92% dos entrevistados desaprovando a administração do líder comunista. Apenas 5% mantêm uma avaliação favorável, e entre os jovens de 18 a 30 anos, a aprovação despenca para 3,39%. Esses números refletem o descontentamento generalizado com o governo e a busca por mudanças.
É urgente que medidas sejam tomadas para mitigar os efeitos da crise em Cuba, especialmente para proteger os idosos e jovens, que são os mais vulneráveis. A situação exige atenção e ações concretas para garantir um futuro melhor para o povo cubano.
Fonte: Em Sergipe









