O pré-candidato ao Governo de Sergipe pelo PSOL, Dr. Helton Monteiro, concedeu entrevista ao Portal FanF1 na noite desta segunda-feira, 3, durante a convenção da sigla, realizada no bairro Grageru, em Aracaju.
Na ocasião, ele destacou que a prioridade da federação será apresentar à população uma alternativa para o estado, defendendo a retomada da gestão pública de áreas consideradas essenciais. “E a nossa responsabilidade agora. Enquanto o PSOL, enquanto federação, é justamente dialogar com a sociedade, conquistar mentes e corações para as nossas opiniões. Mostra, dizer para Sergipe que nós temos uma alternativa que vai discutir com a sociedade a importância do governo ter a responsabilidade de voltar a gerir a água, a saúde, a educação. É importante também que o governo volte a dialogar com os servidores públicos, volte a dialogar com os pequenos agricultores porque para a gente é isso”, afirma.
Questionado sobre o desafio de construir uma campanha competitiva sem alianças com outras siglas de esquerda, Dr. Elton explicou que houve tentativa de diálogo, mas que a federação seguirá na disputa com candidatura própria.
“Nesse momento a gente tentou realmente diálogo com outras federações, com o PV, com o PT, com o PC do B, mas não foi possível fazer a aliança. Nós estamos extremamente tranquilos para dizer justamente para a sociedade que na nossa chapa não tem ninguém, por exemplo, que persegue trabalhadores. Na nossa chapa não tem pessoas, por exemplo, que vendeu, fez a concessão da Deso sem dialogar, sem fazer um plebiscinto com a sociedade.”, diz.
Ao finalizar a entrevista, o pré-candidato defendeu a renovação da política e criticou a perpetuação de grupos familiares no poder. “Nossa chapa nós não temos pessoas que fazem da política um verdadeiro, digamos assim, políticos profissionais que a cada dois anos aparecem e tentam eleger filhos, tenta eleger parentes e não. Dr. Elton. Dr. Elton é funcionário público, é servidor público. Se por ventura eu vier a ser governador, depois que eu terminar meu mandato, eu vou ser médico, vou continuar a ser médico. É importante, antes disso, para a sociedade. Nós temos que ter pessoas que venham para a política, discutir a política, mas não com o intuito de ter poder para benefícios de seus familiares e próprios”, afirma.
Fonte: Fan F1









