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Estação Espacial e Nós da Hélice nas Imagens Astronômicas da Semana


Confira as imagens astronômicas espetaculares que foram destaque no Programa Olhar Espacial da última sexta-feira (7)

Estação Espacial Internacional e Nós da Hélice
Estação Espacial Internacional e Nós da Hélice – Créditos: Leo Caldas / NASA, ESA, CSA, STScI, JWST, A. Pagan (STScI)

Toda semana, no Programa Olhar Espacial, exibimos duas imagens astronômicas que se destacaram na semana que passou. E na última semana, apresentamos uma imagem de uma espaçonave feita da Terra e outra de uma curiosa formação fotografada do espaço. Confiram:

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Estação Espacial nos céus de Brasília

Estação Espacial Internacional fotografada no céu de Brasília
Estação Espacial Internacional fotografada no céu de Brasília – Créditos: Leo Caldas

A primeira imagem é de um fantástico registro da passagem da Estação Espacial Internacional feito aqui da Terra. Na última quinta (06), a nave do tamanho de um campo de futebol sobrevoou Brasília no início da noite, condição essencial para ser visível, graças ao contraste entre o céu escuro e a luz do sol refletida na estrutura do laboratório orbital. Com uma boa câmera e uma precisão cirúrgica nas mãos, o astrofotógrafo Leo Caldas conseguiu esse registro impressionante, mesmo sem telescópios ou equipamentos para rastrear a espaçonave. Os pontos claros visíveis na imagem não são estrelas, e sim ruído gerado pelo sensor da câmera em fotos com sensibilidade elevada. Atualmente a Estação Espacial Internacional conta com uma tripulação de 7 pessoas, sendo 3 americanos, 3 russos e uma francesa. 

Veja a publicação original da imagem aqui.

Nós na Nebulosa da Hélice

Nebulosa da Hélice, ou NGC 7293, em imagem obtida pelo Telescópio Espacial James Webb (JWST)
Nebulosa da Hélice, ou NGC 7293, em imagem obtida pelo Telescópio Espacial James Webb (JWST) – Créditos: NASA, ESA, CSA, STScI, JWST, A. Pagan (STScI)

Já a segunda imagem é um registro fascinante e detalhado de uma parte da nebulosa da Hélice, ou NGC 7293. Na imagem obtida pelo Telescópio Espacial James Webb, podemos observar curiosos nós de gás e poeira, em forma de cometas. Não se sabe ao certo como esses nós se formam. Uma das hipóteses é que a gravidade de um adensamento maior de matéria forme os nós, mantendo parte da nuvem coesa, enquanto ventos estelares vindos do centro da nebulosa empurram os gases e poeira das regiões menos densas. A Nebulosa da Hélice é uma das nebulosas planetárias mais próximas, a apenas 650 anos-luz de distância na direção da constelação do Aquário.

Veja a publicação original da imagem aqui.

Marcelo Zurita

Marcelo Zurita

Pres. Associação Paraibana de Astronomia; membro da Sociedade Astronômica Brasileira; diretor técnico da Rede Brasileira de Observação de Meteoros – e coordenador regional do Asteroid Day Brasil






Fonte: Olhar Digital

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