O alerta de tempestade emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) para está 5°feira, 13, escancara um cenário de tempo severo no Sul do Brasil.
A previsão é de chuva extrema, rajadas de vento violentas, risco de granizo e alto potencial de danos materiais, interrupção de serviços essenciais e ameaça real à segurança de moradores em áreas urbanas e rurais.
Alerta do INMET expõe risco de tempestade no Sul do Brasil
Classificado como perigo, o alerta indica condições atmosféricas favoráveis a tempestades intensas durante todo o dia 13/08/2026, entre 00h00 e 23h59.
A previsão aponta chuva entre 30 e 60 mm por hora ou de 50 a 100 mm em 24 horas, valores capazes de provocar enxurradas rápidas e alagamentos em poucos minutos.
Além da chuva volumosa, são esperados ventos entre 60 e 100 km/h, com potencial para derrubar árvores, romper fiações e destelhar casas, somados ao risco de granizo que pode destruir telhados, veículos e lavouras.
O cenário eleva o potencial de cortes de energia, interrupção de vias e acidentes graves, exigindo postura de emergência da população e das autoridades.
Quais regiões do Sul estão na rota das tempestades mais violentas
O alerta atinge amplas áreas de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, incluindo Serra, Oeste Catarinense, Vale do Itajaí, Norte e Sul Catarinense e Grande Florianópolis.
No Rio Grande do Sul, o aviso inclui Noroeste, Nordeste, Sudoeste, Sudeste, região central e a Metropolitana de Porto Alegre.
No Paraná, o foco está no Sudoeste, Centro-Sul e Sudeste Paranaense, zonas historicamente atingidas por temporais na passagem de frentes frias.
Municípios como Abdon Batista, Abelardo Luz, Agrolândia, Água Doce, Águas de Chapecó e Água Santa estão na lista, reforçando que se trata de um sistema de grande escala, com impacto simultâneo em cidades e áreas rurais.
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Com ventos fortes, raios, granizo e chuva intensa, cada decisão errada pode aumentar riscos.
Órgãos de proteção reforçam que não se deve usar árvores como abrigo, nem estacionar próximo a postes, torres, placas ou estruturas metálicas expostas, que podem desabar ou ser atingidas por descargas elétricas.
Também é recomendável desligar aparelhos elétricos e, se possível, o quadro geral de energia durante a fase mais crítica da tempestade, especialmente com raios na região.
Para reduzir erros fatais em meio ao caos, siga rigorosamente estas orientações:
ALERTA DE TEMPESTADE
Como se proteger imediatamente?
Medidas simples podem reduzir a exposição a alagamentos, ventos fortes e outros riscos durante o temporal.
Quais são os principais danos que a tempestade pode causar
Nas cidades, a chuva intensa pode saturar bueiros e galerias, alagando avenidas, cruzamentos e áreas de fundo de vale em poucos minutos.
O solo encharcado combinado a rajadas de vento favorece queda de árvores sobre veículos, casas e redes elétricas, aumentando o risco de acidentes e apagões prolongados.
No campo, granizo e vento forte podem devastar plantações, danificar estufas, galpões e telhados simples, além de comprometer a produção e o abastecimento.
A interrupção de energia em áreas rurais também afeta sistemas de irrigação, refrigeração e manejo de animais, ampliando prejuízos econômicos.
Diante de um alerta desse porte, agir com antecedência é decisivo. Monitorar o céu, aplicativos de previsão e boletins oficiais ajuda a identificar a aproximação do núcleo mais severo da tempestade e a antecipar medidas de proteção para pessoas, animais e patrimônio.
Para transformar informação em proteção real durante e após o temporal, siga estas ações essenciais:
- Monitorar nuvens carregadas, trovoadas e mudanças bruscas de vento e temperatura.
- Guardar equipamentos agrícolas, proteger animais e reforçar estruturas vulneráveis quando possível.
- Reduzir a velocidade nas estradas, aumentando distância de segurança sob chuva forte.
- Evitar qualquer contato com fios caídos, postes danificados ou áreas com risco de deslizamento.
Em situações de emergência ou risco imediato, a orientação é acionar a Defesa Civil (199) e o Corpo de Bombeiros (193), relatando quedas de árvores, alagamentos severos, deslizamentos e danos em redes elétricas.
Fonte: O Antagonista









