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Aprovação de Lula cai abaixo de 30% no Lulômetro


A avaliação do presidente Lula (PT, foto) no Lulômetro, índice medido pela Realtime Big Data e por O Antagonista, caiu abaixo de 30% nesta segunda-feira, 17.

Em tendência de queda, as avaliações “ótimo” e “bom” recuaram para 29%.

Os que consideram o petista “regular” são 33%.

As avaliações “ruim” e “péssimo” são 36%.

Tendência de queda

A mudança na tendência do rumo da aprovação de Lula começou no período de defeso eleitoral.

Desde 4 de julho, os candidatos à reeleição estão proibidos de usufruir de publicidade institucional ou participar de inaugurações de obras durante o defeso, que vai até 25 de outubro, ao fim da eleição.

O governo Lula chegou a apagar conteúdos das Agência e TV Brasil com medo do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que atua como vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na eleição deste ano.

Lulinha

A virada na tendência do Lulômetro também coincide com a abertura de três inquéritos sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, por suspeitas de tráfico de influência.

Numa das investigações apareceu o nome de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o famigerado Marcola, ex-assessor de Lula, que admitiu ter recebido dinheiro da lobista Roberta Luchsinger, mais conhecida como “amiga de Lulinha”.

As mensagens de Lulinha e Luchsinger

Mensagens trocadas entre Lulinha e Roberta Luchsinger em março de 2024 sugerem que a dupla, investigada pela Polícia Federal, atuava em lobby junto do gabinete do presidente Lula.

No diálogo, revelado pelo Metrópoles, o filho de Lula disse que participou de reuniões com o ex-chefe de gabinete de Lula Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde Swedenberger Barbosa, o Berger.

Na conversa, Lulinha e Roberta se referem a Fernando Bittar, ex-sócio do filho do presidente Lula e um dos donos formais do sítio de Atibaia.

O sítio que era usado pelo ex-presidente Lula em Atibaia, e que lhe rendeu uma condenação por lavagem de dinheiro e corrupção passiva na Operação Lava Jato, foi comprado em 2010 pelo valor de 1,5 milhão de reais.





Fonte: O Antagonista

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