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Prefeito de Lourdes nega ter solicitado bebidas de ambulantes para abastecer camarote em festa e aponta tentativa de “manchar” sua imagem


O prefeito da cidade Nossa Senhora de Lourdes, Dr Saulo Galeguinho (PT), refutou nesta terça-feira, 28, a alegação de que teria solicitado a ambulantes que trabalharam no Forró Forçado 2025, realizado na cidade no último sábado, 25, bebidas alcoólicas para seu camarote, além da taxa de alvará já prevista para comercialização na festa. 

Em entrevista ao Jornal da Fan, da rádio Fan FM, ele comentou sobre um áudio que circula nas redes sociais, atribuído a um secretário de seu governo, em que se comunica a um vendedor ambulante a necessidade dessa contribuição adicional.

“É muito triste ainda ver essa política suja que tem pra manchar a imagem de alguém que foi escolhido pelo povo e tá trabalhando pelo povo”, disse ele. 

Segundo o prefeito, a situação suscitou a abertura de um processo administrativo interno para apurar todos os fatos. Ele também afirmou que irá recorrer à Justiça para identificar a origem do áudio e das mensagens atribuídas a sua gestão.  

Com base na gravação em questão, após reunião com o prefeito, teria ficado acordado que, além da taxa de R$ 188 referente ao alvará, cada ambulante deveria contribuir com caixas de cerveja, litros de whisky e água de coco. O emissor da mensagem também avisa que alguém de uma “comissão” passaria recolhendo o material exigido assim que os ambulantes se estabelecessem no espaço da festa. 

Segundo o prefeito, a voz no áudio citado se assemelha a de um subsecretário do município, que também negou ter enviado a mensagem, e nem sequer chegou a participar de reuniões acerca do evento. 

“Nada a ver tem com orientações minhas, não existiu reunião acerca disso. Minha reportagem sempre era com o Secretário de Cultura, Negão da Mídia, e ele fazia toda a dinâmica da organização do evento em si. Conversei ontem com o subsecretário, na realidade, e ele negou que esse áudio fosse dele realmente”, completou. 

O prefeito também afirmou que comerciantes que trabalharam na festa se posicionaram publicamente refutando a denúncia. 

“Começaram a emitir nota dizendo que não houve isso, que isso foi uma intriga, os que trabalharam na festa, para deixar mais claro que realmente não houve participação nenhuma, não houve pedido nenhum acerca da gestão municipal do prefeito Saulo Galeguinho, que isso só foi realmente algo para manchar a imagem”, afirmou Saulo. 

Na oportunidade, o gestor também levantou a possibilidade do uso de inteligência artificial para montagem e disseminação do áudio. 

“Pode ser que tenha acontecido isso realmente, de utilizarem a tecnologia para uma política suja, uma política que visa difamar, visa manchar a imagem de gestores que estão trabalhando para o povo. Então, a gente vai investigar o que foi que houve, pegar as medidas cabíveis que possam ser tomadas”, finalizou.



Fonte: Fan F1

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