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Ghislaine Maxwell Isenta Trump em Caso Epstein, mas Passado Assombra



Em um depoimento que veio à tona nesta sexta-feira (22), Ghislaine Maxwell, atualmente cumprindo uma pena de 20 anos por seu envolvimento nos crimes sexuais de Jeffrey Epstein, declarou às autoridades do Departamento de Justiça dos EUA que, apesar de sua relação social com Donald Trump, ela nunca presenciou qualquer comportamento inadequado por parte do ex-presidente. A declaração representa um alívio para Trump, que enfrentava pressões para a divulgação de arquivos da investigação sobre as acusações de tráfico sexual contra Epstein.

Apesar de reconhecer a amizade com o financista, Trump sempre insistiu que o relacionamento terminou antes da morte de Epstein. No depoimento, Maxwell, de 63 anos, compartilhou suas lembranças com o vice-procurador-geral Todd Blanche, afirmando:

Na verdade, eu nunca vi o presidente em nenhum tipo de contexto de massagem. Nunca testemunhei o presidente em qualquer situação inapropriada. Ele nunca foi inadequado com ninguém. Nos momentos em que estive com ele, foi um cavalheiro em todos os aspectos.” – afirmou Ghislaine Maxwell.

O que mais foi revelado no depoimento?

Além de isentar Trump, Maxwell também negou a existência de uma suposta “lista de clientes” de Epstein e minimizou a possibilidade de que ele possuísse informações comprometedoras sobre figuras poderosas. Ela também expressou ceticismo em relação à versão oficial da morte de Epstein:

Eu não acredito que ele tenha morrido por suicídio.” – disse Maxwell, levantando dúvidas sobre as circunstâncias da morte de Epstein.

Questionada sobre quem poderia ter motivos para assassiná-lo, Maxwell sugeriu:

Na prisão, eles podem matar você ou alguém pode pagar para que outro preso faça isso por US$ 25 em créditos de cantina. Esse é mais ou menos o valor de um assassinato com cadeado hoje.” – explicou Maxwell.

Maxwell ainda elogiou Trump, demonstrando admiração por sua trajetória e conquista da presidência.

Repercussões e o Futuro da Investigação

A divulgação do depoimento de Maxwell ocorre em um momento crucial, com o Departamento de Justiça começando a compartilhar documentos sobre a rede de tráfico sexual de Epstein com o Comitê de Supervisão da Câmara. O comitê já recebeu 34 mil páginas de documentos, incluindo a transcrição do depoimento de Maxwell.

O caso Epstein continua a gerar debates e questionamentos, e o depoimento de Maxwell certamente alimentará ainda mais as discussões sobre a rede de tráfico sexual e as figuras poderosas que podem ter se envolvido com o financista. A narrativa de Maxwell, no entanto, é recebida com ceticismo por muitos, dado seu histórico e condenação por crimes relacionados ao caso.

Resta saber quais novas revelações virão à tona com a divulgação dos documentos e como o caso Epstein continuará a se desenrolar nos próximos capítulos. O caso ainda assombra o cenário político e social, levantando questões incômodas sobre poder, justiça e responsabilidade.

Em meio a tudo isso, a busca por respostas e a responsabilização dos envolvidos continua sendo uma prioridade para muitos, na esperança de que a verdade prevaleça e que as vítimas recebam a justiça que merecem. Afinal, como disse Trump:

Não deveria haver pessoas prejudicadas, mas apoio que isso seja totalmente aberto. Há muitas pessoas que podem ser mencionadas nesses arquivos e que não merecem isso.” – disse Donald Trump a repórteres na Casa Branca.





Fonte: Em Sergipe

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