A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) manifestou preocupação com a decisão do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) de aplicar tarifa adicional de 25% sobre importações de produtos brasileiros, incluindo calçados.
Com a nova tarifa, a Abicalçados revisou sua projeção para as exportações totais de calçados em 2026, estimando queda média de 7,1%, piora de 3,5 pontos porcentuais em relação à previsão anterior, de retração de 3,6%.
A decisão americana foi tomada no âmbito de investigação conduzida sob a Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. O setor calçadista não foi incluído na lista de produtos com exceções previstas na medida.
“A aplicação desta tarifa adicional reduz significativamente a competitividade do calçado brasileiro nos Estados Unidos e inviabiliza muitas operações que vinham sendo retomadas desde o fim da tarifa adicional de 40%, em fevereiro deste ano”, afirmou o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.
Ele disse que a medida penaliza também importadores, marcas, varejistas e consumidores americanos.
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A Abicalçados afirmou que atuou em articulação com o governo federal e entidades do setor nos EUA e que participou de audiência pública do USTR em 7 de julho, em Washington, com argumentos sobre os impactos da tarifa. A entidade destacou que os EUA consomem mais de 2 bilhões de pares de calçados por ano e produzem cerca de 20 milhões de pares.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Fonte: Em Sergipe











